Deputado Mauro Rubem defende o fim da escala 6×1 e a taxação dos super-ricos em ato popular em Goiânia

13
112

A manifestação reuniu movimentos populares, centrais sindicais e lideranças políticas comprometidas com a construção de um Brasil soberano, mais justo e com políticas voltadas à classe trabalhadora.

O deputado Mauro Rubem (PT) participou, nesta semana, do ato “Centrão inimigo do povo”, realizado na Praça do Bandeirante, em Goiânia. A manifestação reuniu movimentos populares, centrais sindicais e lideranças políticas comprometidas com a construção de um Brasil soberano, mais justo e com políticas voltadas à classe trabalhadora.

Durante o ato, Mauro Rubem reforçou seu apoio ao Plebiscito Popular que está mobilizando a população em torno de duas pautas urgentes: o fim da escala 6×1 e a taxação dos super-ricos. Para o deputado, essas medidas são fundamentais para combater a desigualdade e garantir melhores condições de vida à classe trabalhadora.

“Essa conta não fecha. Mais de 70% do povo quer o fim da escala 6×1 e a taxação dos super-ricos. Mas 70% do Congresso é contra. Isso mostra que o Congresso não representa os interesses do povo. Por isso, temos que fazer nossas vozes ecoarem nas ruas”, afirmou Mauro Rubem.

O parlamentar também voltou a defender a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais, medida que beneficia diretamente a maioria dos trabalhadores brasileiros. Para ele, é inaceitável que a carga tributária continue pesando sobre os mais pobres, enquanto os super-ricos seguem isentos e acumulando fortunas.

Além disso, Mauro Rubem condenou o tarifaço imposto pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que aumenta em 50% a taxa de importação sobre produtos brasileiros. Para o deputado, essa medida reforça a lógica imperialista que ataca a soberania do Brasil. “Precisamos defender a soberania nacional, não aceitar interferências que prejudicam nossa economia e nosso povo. Trump age como um imperador, e o Brasil precisa reagir com firmeza e dignidade”, disse.

O Plebiscito Popular tem votação prevista até o dia 7 de setembro, com resultados a serem divulgados em 6 de outubro. A mobilização ocorre em todo o país e já conta com a participação de milhares de pessoas. Sem caráter institucional, a votação é organizada por entidades da sociedade civil como forma de pressionar o Congresso a ouvir o clamor popular.

A cartilha do Plebiscito Popular apresenta os principais eixos da campanha, os motivos da mobilização e orientações para a organização das votações. Estão sendo formados mutirões em bairros, sindicatos, universidades e praças públicas para ampliar o alcance da iniciativa.

13 COMENTÁRIOS

Comentários estão fechados.